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CARNAVAL

Origem e significado da palavra CARNAVAL e suas implicações para o mundo em que vivemos. Muitos caem na folia sem saber na realidade as origens do CARNAVAL.

VOCÊ SABIA…

Que a etimologia do termo CARNAVAL, vem do latim, carnem levare, ou carne levare, que significa: ADEUS A CARNE, ABANDONO OU ABSTINÊNCIA DE CARNE por um período denominado QUARESMA, que são 40 dias antes da Páscoa?

Trata-se de uma festa cujo período abrange os dias entre o dia de Reis (6 de janeiro – epifania) e a quaresma. Particularmente os 3 dias que precedem a 4ª feira de cinzas.

VOCÊ SABIA…

Que quanto à origem do CARNAVAL também é objeto de controvérsia?

Freqüentemente tem sido atribuído à evolução e a sobrevivência do culto de ISIS (deusa babilônica, lupercais e saturnais romanas)

Dos festejos em honra de Dionísio, na Grécia e até mesmo as festas dos inocentes e dos doidos na Idade Média. Um historiador assim definiu o Carnaval:

“Desde as mais antigas eras, os povos dos mais bárbaros aos mais civilizados, sempre dedicaram um certo período do ano a manifestações de efêmera mas desenfreada loucura. Disso surgiu o Carnaval”.

Uma vez por ano, os homens experimentam a curiosa necessidade de abolir a própria personalidade para assumir outra, fictícia, praticar as mais extravagantes atividades, e dizer gracejando e rindo impunemente de tudo e de todos, tudo quanto não lhe é permitido comentar seriamente. Desse humano desejo de expansão e libertinagem teve origem as bacanais gregas e as saturnais romanas, das quais em linha reta, descende o carnaval.

AS BACANAIS vêm do deus Baco, o deus do vinho, das orgias e bebedeiras da Mitologia Grega.

AS SATURNAIS as antigas festas em honra de Saturno, originalmente duravam um dia, mas o Imperador Augusto elevou-as para 3 dias e Calígula a 4 dias. Sucessivamente foi estendida por uma semana. Naqueles dias todas as diferenças sociais eram esquecidas e o povo olvidava suas mágoas na folia, que culminava no dia dedicado à deusa OPS, mulher da Saturna, deusa da abundância. Nesse período o povo não impunha freio as suas próprias intemperanças.

É evidente que o CARNAVAL, nunca teve a aprovação de Deus, pois é uma festa essencialmente pagã e idolátrica, onde impera a imoralidade, a nudez, bebedeiras, orgias, brigas e mortes; onde muitos pais de famílias gastam seu pouco dinheiro por um prazer efêmero; muitas vezes trazendo conseqüências maléficas para o ano todo. Em Gálatas 5:19-21 diz que os que se dão as obras da carne, tais como: bebedeiras, orgias, prostituições e impurezas, não herdarão o Reino de Deus.

A verdadeira alegria não se encontra nas orgias, nem é motivada por prazeres carnais, mas em Deus a fonte da verdadeira alegria e do prazer. Filipenses 4:4 “Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, alegrai-vos.”

“E isto digo, conhecendo o tempo, que é já hora de despertarmos do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto de nós do que quando aceitamos a fé. A noite é passada, e o dia é chegado. Rejeitemos, pois, as obras das trevas e vistamo-nos das armas da luz. Andemos honestamente, como de dia, não em glutonarias, nem em bebedeiras, nem em desonestidades, nem em dissoluções, nem em contendas e inveja. Mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e não tenhais cuidado da carne em suas concupiscências.” Romanos. 13:11-14

Pr Francisco Nascimento

Seminário de intercessão


I – INTERCESSÃO

A palavra intercessão vem do latim, intercedere, “ficar entre”. Sua raiz é inter, “entre”, e cedere, “passar” “ir”.

A palavra hebraica paga, “interceder”, originalmente significa “ferir sobre” e, por extensão, “assediar com petições”. Quando esse tipo de oração era feita em favor de outra pessoa, então a palavra tomava o sentido de intercessão.

1) CONCEITO:

a) Interceder é apelar em favor de alguém;

b) Interceder é deixar o Espírito Santo orar por você, para atingir aquilo que está no coração de Deus;

c) É colocar-se no lugar de outro, pleitear  sua causa como se fosse sua;

d) É colocar-se na brecha para defender outra pessoa;

e) É sentir as dores da pessoa, que estamos intercedendo;

f) O ponto central da oração é o próximo;

g) O resgate feito por alguém que ‘aparece’ para ajudar alguém que está em apuros defendendo ou intercedendo por aquela pessoa;

h) É a oração contrita e reverente, com fé e perseverança, mediante a qual o crente suplica a Deus em favor de outra pessoa ou pessoas que extremamente necessitem da intervenção divina.

Importante lembrar que PEDIR é uma coisa, INTERCEDER é outra. INTERCEDER é mais que pedir, pois nos colocamos entre a necessidade e o necessitado, para ser com ele, sofrer com ele, rogar por ele, suplicar por ele.

INTERCESSÃO É UM MINISTÉRIO, ISTO É, UM SERVIÇO.

2) EXEMPLOS BÍBLICOS DE INTERCESSÃO:

a) No Antigo Testamento: Nos livros Poéticos: Jó 1:5; 42:8; Salmo 20; 25:22, 35:13.

Nos Livros Proféticos: Is. 6:25; 26 e 37; Jr. 10:23ss; 14:7ss; Ez. 9:8; 11:13; Dn. 9:16-19. Em Ml. 2:7 subentende que os  sacerdotes mostravam-se negligentes em seu trabalho de intercessão. Jl 2:17 mostra-nos que os sacerdotes e  ministros tinham por obrigação realizar esse serviço.

A Intercessão é muito enfatizada nos livros históricos: Abraão e sua intercessão em favor dos sodomitas (Gn. 18:22-33); Jacó (Gn. 48:8-23); Moisés intercedeu em favor do rebelde povo de Israel (Êx. 32:31,32), e Samuel seguiu esse exemplo (I Sm. 7:5; 15:11), Salomão (I  Rs 8:30-36), Elias (II Rs 4:33), Ezequias (II Cr 30:18), Isaías (II Cr. 33:20), Davi (Sl. 25:22), Daniel (Dn. 9:3-19).

b) No Novo Testamento: Vemos que Jesus Cristo ensinou a necessidade de intercedermos até mesmo pelos nossos inimigos (Mt. 5:44). Disso o próprio Senhor Jesus deu o exemplo (Lc. 22:32); Jo 17, e a igreja primitiva O imitou nisso (At 12:5-12; 13:3). O Espírito Santo intercede por nós (Rm. 8:26, tal como agora o faz o Cristo exaltado à glória celestial (Hb. 9:24). Estevão (At 7:60), Pedro e João (At 8:15), a igreja de Jerusalém (At 12:5), Paulo (Cl 1:9,12), Epafras (Cl .4:12) e Filemon (Fl. 22).

3) A INTERCESSÃO DE CRISTO

O décimo sétimo capítulo do Evangelho de João mostra a preocupação do Filho de Deus pelos filhos de Deus, mormente no tocante ao bem-estar espiritual deles. O trecho de Lu. 22:32 mostra que Jesus atarefava-se  nesse ministério. E as passagens de Rm 8:34 e Hb. 7:25 referem-se ao Cristo exaltado aos céus a interceder em favor de seus irmãos. O Espírito de Deus nos seria dado mediante a intercessão de Cristo (Jo 14:16,17) e é por meio dele que somos conduzidos a toda a verdade.

Os crentes enfrentam muitos adversários, mas o trabalho intercessório do Filho de Deus garante para os filhos uma peregrinação bem-sucedida  até a glória final (Rm. 8:34 e seus contextos). Somos salvos até às últimas conseqüências, em virtude da intercessão de Cristo (Hb. 7:25). E Hebreus mostra em seu cap. 7 no 25, que essa intercessão de Cristo em nosso favor ocorre dentro do contexto de seu sumo sacerdócio. Cristo deixou-nos um perfeito modelo de oração em Mt. 6:9-13.

A intercessão é um dos aspectos da provisão do amor de Deus em prol da Humanidade.

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O Último Sermão

Em 24 de agosto de 1662, dois mil ministros puritanos do evangelho foram excluídos de seus púlpitos, tendo recebido a ordem de não mais pregarem em público. O Ato de Uniformidade, baixado pelo parlamento inglês, conhecido pelos evangélicos como a Grande Ejeção, pairava por sobre a Inglaterra como uma nuvem espessa. Muitos líderes eclesiásticos da Igreja Anglicana, a religião oficial, estavam forçando os puritanos a cessarem suas prédicas ou a se moldarem à adoração litúrgica decretada por lei. Muitos ministros preferiam o silêncio à transigência.

Com olhos marejados de lágrimas, milhares de cristãos humildes ouviram seu último sermão no domingo imediatamente anterior à data em que o Ato se tornaria lei. E, naquele último domingo de liberdade, os ministros puritanos provavelmente pregaram os seus melhores sermões.

O sermão que passamos a transcrever, de modo um tanto abreviado, foi pregado por Thomas Watson a seu pequeno rebanho.

Antes que eu me vá, devo oferecer alguns conselhos e orientações para vossas almas. Eis as vinte instruções que tenho a dar a cada um de vós, para as quais desejo a mais especial atenção:

1) Antes de tudo, observa tuas horas constantes de oração a Deus, diariamente. O homem piedoso é homem “separado” (Sl 4.3), não apenas porque Deus o separou por eleição, mas também porque ele mesmo se separa por devoção. Inicia o dia com Deus, visita-O pela manhã, antes de fazeres qualquer outra coisa. Lê as Escrituras, pois elas são, ao mesmo tempo, um espelho que mostra as tuas manchas e um lavatório onde podes branquear essas máculas. Adentra ao céu diariamente, em oração.

2) Coleciona bons livros em casa. Os livros de qualidade são como fontes que contêm a água da vida, com a qual poderás refrigerar-te. Quando descobrires um arrepio de frio em tua alma, lê esses livros, onde poderás ficar familiarizado com aquelas verdades que aquecem e afetam o coração.

3) Tem cuidado com as más companhias. Evita qualquer familiaridade desnecessária com os pecadores. Ninguém pode apanhar a saúde de outrem; mas pode-se apanhar doenças. E a doença do pecado é altamente transmissível. Visto não podermos melhorar os outros, ao menos tenhamos o cuidado de que eles não nos façam piores. Está escrito acerca do povo de Israel que “se mesclaram com as nações e lhes aprenderam as obras” (Sl 106.35). As más companhias são as redes de arrastão do diabo, com as quais arrasta milhões de pessoas para o inferno. Quantas famílias e quantas almas têm sido arruinadas pelas más companhias!

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A Causa e Cura dos Terremotos

Charles Wesley

Sermão 129

[Primeiro publicado no ano de 1750]

“Vinde, contemplai as obras do Senhor, as desolações que tem feito na terra”.

(Salmos 46:8)

De todos os juízos que o justo Deus inflige sobre os pecadores aqui, o mais terrível e destrutivo é o terremoto. Este ele tem ultimamente trazido, para nossa parte da terra, e por seu intermédio, alarmado nossos temores, e nos convidado a nos “prepararmos para encontrar nosso Deus!”. Os abalos que têm sido sentidos, nos diversos lugares, desde aquele que fez a cidade estremecer, podem nos convencer de que o perigo não terminou, e de que devemos nos manter ainda em temor; uma vez que “sua ira não se apartou, mas sua mão está estendida ainda”. (Isaias 10:4).

Ainda que eu possa ruir ao desígnio da Providência, nesta crise terrível, eu aproveitarei a oportunidade das palavras de meu texto:

I. Para mostrar que os terremotos são as obras do Senhor; e que Ele apenas traz esta destruição sobre a terra;

II. Chamá-los, para que observem as obras do Senhor, em duas ou três instâncias terríveis;

III. Fornecer algumas direções adequadas para a ocasião.

I

Eu mostrarei que os terremotos são obras do Senhor, e que apenas Ele traz esta destruição sobre a terra. Agora, que Deus é o próprio Autor, e o pecado a causa moral dos terremotos (qualquer que possa ser a causa natural), não pode ser negado, por alguém que acredite nas Escrituras; porque estas são aqueles que testificam Deus; que é Deus “quem remove as montanhas, e as destrói em sua ira; que remove a terra de seu lugar, e os pilares dela estremecem”. (Jô, 9:5-6). “Ele olha para a terra, e ela treme; ele toca nas montanhas, e elas fumegam”. (Salmos 104:32). “Os montes, como cerca, se derretem na presença do Senhor, na presença do Senhor de toda a terra”. (Salmos 97:5). “Os montes tremem perante ele, e os outeiros se derretem; e a terra fica devastada diante dele, sim, o mundo, e todos os que nele habitam. Quem pode manter-se diante do seu furor? e quem pode subsistir diante do ardor da sua ira? A sua fúria se derramou como um fogo, e por ele as rochas são atiradas abaixo por ele”. (Naum 1:5-6).

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Missões. A Tarefa da Igreja

“Nesse ínterim, os discípulos lhe rogavam, dizendo: Mestre, come! Mas ele lhes disse: Uma comida tenho para comer, que vós não conheceis. Diziam, então, os discípulos uns aos outros: Ter-lhe-ia, porventura, alguém trazido o que comer? Disse-lhes Jesus: A minha comida consiste em fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra.  Não dizeis vós que ainda há quatro meses até à ceifa? Eu, porém, vos digo: erguei os olhos e vede os campos, pois já branquejam para a ceifa. O ceifeiro recebe desde já a recompensa e entesoura o seu fruto para a vida eterna; e, dessarte, se alegram tanto o semeador como o ceifeiro.”

João 4:31-36

Introdução

. Nunca houve tanta gente na terra e tão carecida de Salvação.

. Não tenho visto a Igreja tão empenhada em salvá-los.

. Mas, muitos estão ocupados em construir seu próprio ‘reino’.

I. O QUE FAZER? Mt 28:19

A. SAIR DAS 4 PAREDES DA IGREJA

1. Missão centrífuga X Missão centrípeda

2. Somos naturalmente inclinados ao ‘comodismo’

B. IR AOS  PERDIDOS (Investir em Missões)

C. FAZER DISCÍPULOS (de Jesus) DE TODAS AS ‘TRIBUS’

1. Batizar 2. Ensinar a obedecer Jesus

2. Em 70 anos os comunistas fizeram 2bi de adeptos

II. ONDE FAZER? Mc 16:15  At 1:8

A. POR TODO O MUNDO

1. Jerusalém; Judéia; Samaria; Confins da Terra.

2. Em todos  os lugares. il. Edna/Ednalva

B. A TODA CRIATURA Is 6:11

1. Enquanto houver gente. E este não é o problema

porque há 4bi de pessoas não-alcançadas no planeta.

2. 2/3 da população mundial está na janela 10×40

3. Dos 24 mil povos, 8 mil estão por serem alcançados.

4. Morrem 90 mil p/dia; 3.750 p/h; 62 p/min. 1 p/segundo.

A cada 3 dois  morrem sem salvação! Negligência?

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TRIBUTO A UM AMIGO

Tenho pelo Pr Ednaldo Dias de Medeiros, meu amigo e colega de ministério,  muitas das boas lembranças no ínicio na igreja Metodista Wesleyana, em Manaus. Foi em 1987 que o conheci, juntamente com Nicolassa, Primo Antônio e Ludmila, essa família abençoada. Eles fervorosos, de movimentos  católico, tinha uma livraria católica, foi nesse contexto, que eu e Helena, nos conhecemos, na época participávamos da Renovação Carísmática Católica.

A sinceridade, o amor fraternal, e amizade logo foram sendo firmados entre nós. Foi de Deus, pois tínhamos o desejo de servir melhor a Deus, se preparando melhor na Bíblia Sagrada, e encontramos neles mais do que  amigos, mas verdadeiros companheiros na caminhada e no serviço cristão.

Nesse tempo, o pr Ednaldo nos apresentou o pr Cláudio e irmã Nem,  que pouco depois se nos tornou nosso amado pastor, nos ensinando os principios basilares da boa e maravilhosa Palavra de Deus. Depois disso, nos apresentou também, o Pr Antônio  Tavares e Cecília, casal que amamos muito, se tornando nossos melhores amigos.

Crescemos juntos na fé evangélica, ajudamos o Pr Claudio e Nem, no ínicio da obra Wesleyana em Manaus, fizemos o Seminário Batista, juntos,  Ednaldo, um brilhante aluno, dedicado, perspicaz, sábio, sempre com melhores notas, Nicolassa não ficava atrás, apesar de nas aulas ir de óculos escuro ( talvez pra tirar uma soneca), as aulas eram pela manhã. Mas suas notas na provas mostravam que ela estava bem acordada, ou pelo menos seus ouvidos atentos.

Quando o Pr Claudio, saiu de Manaus,  a presidência da obra ficou ao Pr Ednaldo e eu fiquei lhe auxiliando.

Considero o Pr Ednaldo um grande  pregador, com mensagens poderosas, focadas fundamentamente em seu ministério evangelístico. Ele é um ganhador de almas, seu ministério amiúde, é evidenciado de grande frutos para o reino de Deus.

O acervo de mensagens coletadas e guardadas no período de seu ministério é de uma profundeza maravilhosa, homiléticamente bem preparadas e bem fundamentada nas Sagradas Escrituras.

O Pr Ednaldo, é mais do que um pastor evangelístico, ele é um mestre na Palavra, profundo conhecedor das Sagradas Escrituras, sempre formando líderes por onde passa, deixando um legado de bons ensinos e boas recordações, e bons pastores.

o Pr Ednaldo é um dos colegas e amigos mais éticos que conheci, sempre respeitando os ministérios e as opiniões contrárias de colegas, amigos e até inimigos.

Eu e minha família fomos muito ajudados pela família Medeiros, nos momentos mais difíceis em que passamos, eles sempre ofereceram os obros para nos consolar e nos ajudar no que precisavámos.

Pr Ednaldo e Nicolassa, somos gratos a Deus pela vida de vcs, pois guardamos muitas lembranças belas que jamais serão esquecidas, fundamentalmente por Deus nos dar a honra de servir-lo ao lado de vocês.

“Porque Deus não é injusto para ficar esquecido do vosso trabalho e do amor que evidenciastes para com o seu nome, pois servistes e ainda servis aos santos.”  Hebreus 6:10

Sempre vcs serão reconhecidos como servos de Deus. Eu,  minha família amamos muitos vcs, família Medeiros bendita de Deus.

Pr Francisco/ Helena/ Tiago/ Talita e Timóteo

Noções Básicas de Homilética

“Como preparar mensagens bíblicas”

“Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.” 2Tm 2:15

Uma palavra sobre a Pregação

A Pregação é uma característica do cristianismo. Nenhuma outra religião usou  o culto  para proclamar, evangelizar e ensinar. Isso é algo peculiar ao cristianismo,  iniciado com o “mestre”, Jesus.

A Pregação ocupou lugar central no ministério de Jesus. Jesus veio pregando,

Mt 4:17; 9:35; Lc 4:16-21; Jo 7:28-37.

A Pregação ocupou lugar central no ministério dos discípulos, At 2:14ss; 3:11; 6:2;   7:1ss

A Pregação tem que ocupar um lugar central no nosso ministério também. Rm 10:14  “como ouvirão se não há quem pregue?”

A Pregação de Jesus tinha dois elementos fortes:

a) Um clamor insistente pela sua compaixão.

b) Um clamor poderoso pela sua urgência.

A Pregação segundo o propósito de Jesus, incluía vários elementos com a intenção de  mover a mente do ouvinte em todas as suas funções e levar o homem a ver, sentir, avaliar e tomar decisões morais e espirituais.

Pregar é a parte fundamental no plano de Jesus para alcançar os homens.

a) Em Marcos, o plano consiste em ir por todo o mundo e pregar o Evangelho.

b) Em Mateus, o plano inclui três coisas:

1º) Fazer discípulos.

2º) Levá-los a confissão (batismo).

3º). Ensiná-los a guardar os ensinos de Jesus.

A Pregação no Poder e Unção do Espírito Santo fez com que em apenas três     séculos o cristianismo fosse a principal religião do Império Romano.

Todas as vezes que a Pregação caiu na sua qualidade, a igreja experimentou   momentos difíceis e de obscurantismo.

Todas as vezes que a Pregação foi retomada na Unção do Espírito Santo, a igreja  experimentou fortes ondas de avivamento.

Não precisamos apenas de pregadores. Mas precisamos de Pregadores            ungidos pelo Espírito Santo de Deus. Pregadores consagrados, que estejam dispostos a pagar  um  preço a fim de receberem do Senhor e entregarem ao mundo faminto, porções do  pão  celestial. Pregações ungidas e bem elaboradas, a fim de alcançar a mente dos   homens  e levá-los a ver, sentir, avaliar e tomar decisões morais e espirituais.

Jamais surgiu um avivamento na história da igreja que não tenha sido fruto da exposição da Palavra de Deus

Inimigos da Pregação

Vivemos num mundo de grandes e rápidas mudanças. Cada dia surge uma         novidade. Há  um atrativo muito forte pelo NOVO. Vivemos numa sociedade   extremamente consumista.

Jesus, no entanto, instituiu a pregação como forma de espalhar as Boas Novas da Salvação, palavras que dirigidas a indivíduos ou assembléias reunidas, levam o homem a decidir. E  coisa alguma poderá substituir a pregação  ou superá-la.

Temos visto muitas inovações, meios e métodos que têm sido criados para a propagação da verdade  evangélica. Creio que podem e devem ser aproveitadas, mas nunca devem ocupar o lugar  da pregação.

Hoje temos muitos meios, tais como: livros, jornais, revistas, vídeos, rádio,  TV, cinema, shows musicais, atrações, camisetas, adesivos, etc. Porém, isto é apenas propaganda do  Evangelho ou do Cristianismo.

Não podemos prescindir da pregação, visto que tem sido  ela    o meio   indicado por Deus para alcançar o pecador.

Nada pode ocupar o lugar da pregação no púlpito, nem mesmo o ministério   pastoral. Hoje há uma forte tendência de se fazer “clinica pastoral”.

Não dizemos que seja errado. É algo necessário para cuidar dos crentes        doentes, mas, nunca pode substituir  a  PREGAÇÃO,  visto que a FÉ vem pela PREGAÇÃO e a pregação pela palavra de Cristo. Rm 10:17.

Também, não é qualquer pregação. Mas, a pregação da Palavra de Deus. Pregar filosofias pode ser muito bonito, mas, não  produz fé. A fé necessária para o ARREPENDIMENTO e a SALVAÇÃO.

A PREGAÇÃO é o ponto alto do culto. O louvor, as apresentações especiais, os   testemunhos, não podem ganhar mais atenção ou destaque do que a      PREGAÇÃO. É através da pregação que Deus fala com o pecador.

“Adoramos a Deus tanto quanto humilde e obedientes aceitarmos a Sua Palavra pregada,  como quando lhe oferecemos nossa oração e louvor”. Dr. A. Garrarei.

“Pregar não é apenas transmitir conhecimentos. É, sobretudo, expor as verdades divinas de  modo que o ouvinte seja golpeado por ela e responda favoravelmente ou  não ao apelo moral e espiritual”. Pr Ednaldo D. de Medeiros.

Deus na sua sabedoria decidiu chamar HOMENS, semelhantes a nós, sujeitos  aos mesmos sentimentos… At 14:15; Tg 5:17, para pregar a sua Palavra. Poderia ter optado por anjos.  Mas, escolheu as coisas loucas do mundo… I Co 1:27-29

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EVANGELISMO PESSOAL

Uma Abordagem Pragmática

“Jesus ia passando por todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando as boas novas do Reino e curando todas as enfermidades e doenças. Ao ver as multidões, teve compaixão delas, porque estavam aflitas e desamparadas , como ovelhas sem pastor. Então disse aos seus discípulos: “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Peçam, pois, ao Senhor da colheita que envie trabalhadores para a sua colheita”. (Mt 9:35-38 NVI).

Introdução

Ao olharmos os Evangelhos com atenção descobrimos que Jesus tem uma meta (que seu Evangelho seja pregado), um plano para alcançar todas as pessoas (todo o mundo Mc 16:15) e um propósito (fazer discípulos de todas as etnias Mt 28:19).

Descobrimos que a tarefa primordial da Igreja é a Evangelização. Entendamos, evangelização integral.

Percebemos que Jesus empregou a maior parte de seu ministério nesta atividade. Não é de se admirar, que seja para o crente uma obrigação: “Contudo, quando prego o evangelho, não posso me orgulhar, pois me é imposta a necessidade de pregar. Ai de mim se não pregar o evangelho!” (1Co 9:16 NVI).

Definição

Positivamente: Podemos pensar  evangelismo pessoal  como sendo: um cristão impactando um não-cristão com o Evangelho de Cristo, que não se resume a um credo que pode ser decorado e recitado quando for oportuno, mas algo que vai além, inclui uma prática impactante e convincente de novidade de vida (vivência), anunciando e mostrando que em Cristo há transformação de vidas e valores capazes de produzir e estabelecer o reino de Deus.

Negativamente: Evangelismo Pessoal não é oferecer uma religião. Tão pouco impressionar as pessoas. Uma pessoa  atraída pela eloqüência de outra, facilmente se decepcionará. Também não é se colocar na posição de juiz, muito menos,convencer alguém a freqüentar uma igreja. Muitos pensam que é freqüentando uma igreja que alguém se torna cristão. E nós, é quem somos responsáveis por isso.

Temos envidado esforços e desperdiçado recursos tentando trazer os não-cristãos para dentro de nossos templos para que ouçam o Evangelho, quando a ordem de Jesus é: Ide! A igreja primitiva por quase 300 anos não teve templos, mesmo assim quase evangelizou todo o mundo conhecido da época.

É importante lembrar que nós amamos a Igreja porque somos salvos. Mas, o mundo não-cristão não se sente atraído pela igreja, especialmente o modelo atual.

Onde se encontram os não-cristãos às sextas-feiras e sábados à noite ou aos domingos pela manhã? Provavelmente em muitos e diferentes lugares, menos dentro de nossos templos.

Jesus não espera que eles venham às nossas igrejas, a despeito de nossas programações montadas para atraí-los. Por isso ordena: Ide! (devemos ir onde eles se encontram).

Jesus, e seu Evangelho, quando apresentados corretamente atraem o coração do homem mais do que qualquer outra coisa.

É Jesus quem devemos oferecer. “Ele foi entregue à morte por nossos pecados e ressuscitou para nossa justificação”. (Rm 4:25 NVI).

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QUE SE ABRAM OS  NOSSOS OLHOS

“Saindo eles de Jericó, uma grande multidão o acompanhava.  E eis que dois cegos, assentados à beira do caminho, tendo ouvido que Jesus passava, clamaram: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de nós!  Mas a multidão os repreendia para que se calassem; eles, porém, gritavam cada vez mais: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de nós!  Então, parando Jesus, chamou-os e perguntou: Que quereis que eu vos faça?  Responderam: Senhor, que se nos abram os olhos. Condoído, Jesus tocou-lhes os olhos, e imediatamente recuperaram a vista e o foram seguindo.” Mateus 20:29-34

Quando criança, morei perto da casa de dois irmãos que eram cegos de nascença. Eram de idade avançadas. Já haviam constituído famílias. Tinham esposas, filhos. O interessante era que todos os familiares eram sustentados pelo fruto de suas esmolas. Moravam numa casa de madeira e estavam acostumados com aquele tipo de vida.

A cegueira os impediam de ver muitas coisas boas, contudo, não os impedia de desempenhar atividades comuns a qualquer um de nós, que temos visão perfeita: vestir-se, sair de casa, tomar um transporte para o trabalho, ir ao centro da cidade, etc. Eram tão acostumados com a vida que levavam, esmolando diariamente, que pareciam ter uma vida boa. Nunca enxergaram, talvez, por isso as coisas belas da vida não lhes fizessem diferença.

Seu Pedrinho era o mais conversador, sempre que puxávamos assunto, ele começava a falar sobre o tema abordado, mostrava interesse por notícias de meus familiares. Era uma figura cativante.  Mas tinha algo que me intrigava nele, e  eu cá com meus botões, pensava: “Como pode um homem não enxergar por toda a vida?” “Quantas coisas boas deixara de ver?” A minha impressão é que a cegueira não o deixava perturbado ou triste, ou pelos menos era o que  dava para concluir.

E eu pensava: “E se um dia vir a perder minha  visão, quantas coisas  belas vou ser impedido de ver?”  Não verei mais os pássaros saltitando de galho em galho, as crianças correndo, a beleza do sol  nascendo no horizonte, a lua cheia e as estrelas brilhando em todo céu.  Não verei o mar, os rios, as matas virgens, o sorriso de um filho,  seu crescimento e entrada na maturidade.

A visão é muito importante para o ser humano. Proporciona a contemplação  das mais ricas belezas da obra da criação, que Deus deixou para desfrutarmos.

Infelizmente, muitas pessoas estão enfermas de uma cegueira que os impede de ver a beleza da vida. Seus olhos estão obscurecidos, e são abertos em ver a maldade, as tragédias, as crises, e os aspectos  negativos das pessoas que o rodeiam. São incapazes de reconhecer o valor de uma idéia, ou as virtudes daqueles que caminham ao seu lado.

São cegos, porque não vêem as virtudes da esposa, do esposo, dos filhos, dos pais, da família. A sua visão está aberta somente para os defeitos e falhas, e estão prontos para criticar, punir ou maltratar aqueles a quem deveriam dar a maior honra e elogios, justamente os que pagam um preço por estar ao seu lado.

O cego depende dos outros para quase tudo e, muitas vezes, não reconhecem o valor de uma ajuda ou de um benefício prestado em seu favor.

“Senhor, que se nos abram os olhos.” Esse deve ser o nosso grito e nossa oração ao Senhor: “Ensina-me a ver, para não ser injusto, nem  mal agradecido por todos os benefícios que tenho recebido.” “Senhor, abra os meus olhos para observar a infinitude de bênçãos e agradecer-Te!  Ser gratos aos meus amados, meus familiares, meus irmãos, meus vizinhos, meu próximo.” “Tira-me essa cegueira egoística de sempre querer receber dos outros, sem nunca importar-me em retribuir.”

Há muitos tipos de cegueira: Cegueira do orgulho, do egocentrismo, da insensibilidade, ingratidão.

Mas o pior tipo de cegueira é a espiritual. É sobre esse tipo  que quero falar nessa mensagem.

A cegueira espiritual me impede de ver quem eu sou, qual o meu valor, o que Deus tem preparado para mim. Quando sou cego ao que Deus quer de mim,  não usufruo “do melhor dessa terra” que Deus quer e pode oferecer.

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O BOM COMBATE DA FÉ

“Porque eu já estou sendo oferecido por libação, e o tempo da minha partida está próximo. Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda.” 2 Timóteo 4:6-8

De tempo em tempo faz-se necessário pararmos e reavaliarmos como estamos procedendo, e se de fato, nossa conduta está agradando a Deus.

Poucos são os que param e refletem, avaliam sobre sua vida, seu comportamento pessoal e interpessoal e cheguem a conclusões que os levem as mudanças interiores e exteriores, que pautadas à luz do Evangelho, demonstrem amadurecimento espiritual e crescimento na vida cristã.

Esse pode ser o momento mais oportuno para um mergulho interior verdadeiro; o avaliar de palavras, ações, pensamentos e intenções; e pesando todas essas coisas, avaliarmos se o que somos, temos e fazemos tem servido para a honra e glória de Deus e amor ao próximo.

Concluída a avaliação, por certo detectaríamos os pontos de mudança; reconstrução e reconciliação. Passemos então, ao próximo passo:  firmar propósitos e renovar a Aliança  com Deus. Por fim o abandono completo do pecado, a disposição para o serviço, para a prática do amor e da santidade diante de Deus e dos homens.

Todo aquele que ama a Deus, examina-se constantemente, para que seus inimigos espirituais não possam encontrar brechas e Deus possa ser mais testemunhado. “Examinai-vos a vós mesmos, se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis quanto a vós mesmos, que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados.” 2 Coríntios 13:5

Com o apóstolo Paulo, não foi diferente. Dentre as muitas avaliações que por certo deve ter feito, a Bíblia nos relata aquela do final de sua vida. Mesmo deparando com a morte à sua porta, longe de ter um espírito de tristeza, de dor, ou decepção, proferiria as seguintes palavras, que demonstram o sentimento de dever cumprido: “ Quanto a mim, estou sendo já oferecido por libação, o tempo da minha partida é chegado. Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé.” Vs 6,7

COMBATENDO O BOM COMBATE DA FÉ

“…Combati o bom combate..”

Para que se compreenda melhor a caminhada cristã até a vida eterna, Paulo utiliza-se de uma comparação: A vida cristã é semelhante a uma luta corpo a corpo, como o boxe, por exemplo, ou até mesmo a uma corrida de atletismo, a uma maratona, onde para que se atinja o alvo é necessário obediência às regras pré-estabelecidas, tempo gasto em treinos, perseverança, determinação, renúncia, esforço, luta… A todos os vitoriosos na maratona, no combate cristão está reservado um prêmio eterno: “ A coroa da justiça”

UMA LUTA DIFICIL

A vida cristã não é fácil como muitos pensam e até propagam. A primeira batalha que enfrentamos está em nós, é interna; nosso caráter e temperamentos  irredutíveis, pecados não confessos e não abandonados que impedem uma maior aproximação com Deus. O velho homem que perdendo seu predomínio através da regeneração quer outra vez sobrepor-se ao novo homem que busca andar em santidade. Como diria o apóstolo Paulo aos Romanos: “Porque sei que em mim, isto é; na minha carne, não habita bem nenhum; pois o querer bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo. Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero esse faço.” Romanos 7:18,19

Nessa mesma preocupação, também o apóstolo Pedro diz mais adiante: “Tornai-vos santos em todo o vosso procedimento.” I Pedro 1:15

A vitória virá a uma vida disciplinada diante de Deus.

A segunda batalha que enfrentamos é a externa: perseguições, decepções, hipocrisias. Projetos iníquos que tramam nossa queda, disputas prejudiciais, ciúmes, contendas, mentiras, injustiças, murmurações, inveja, falta de amor e misericórdia, solidão, indiferença, justiças humanas.

Alguns não suportam a luta. Sucumbem diante das dificuldades, das decepções, abandonam o campo, a igreja, não chegam ao final.

O apóstolo nos fala de um bom combate, porque tem propósitos nobres e eternos. O resgate de vidas prisioneiras do pecado, alvo maior de todos os legítimos sacerdotes de Cristo.

Você é convocado a não só engrossar as fileiras desse pelotão de combate, mas a lutar, sem nunca retroceder, em pé, até o fim, respondendo a soberana vocação do crente em Jesus.

COMPLETANDO A CARREIRA CRISTÃ

“… Completei a carreira.”

A vida cristã é retratada como uma carreira repleta de obstáculos, dificuldades, mas conferida de uma força sobrenatural, advinda do próprio Deus; por isso, não se admite curso incompleto, a vitória é conferida aos que chegarem ao fim.

A carreira exige dedicação, coragem e poder espiritual, pois de outro modo será impossível concluí-la com êxito.

Cristo exige total dedicação. A vitória também é experimentada em nossa vida diária através de uma atitude denominada fé.

“ Sê fiel  até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida.” Apocalipse 2:10

GUARDANDO A FÉ

“ … Guardei a fé.”

Essa confissão de Paulo é a mais importante declaração: Guardar a fé é o ponto fundamental em toda a vida do crente. Muitos até conseguem passar anos a fio dentro de uma igreja, pertencer a organizações religiosas, mas poucos são os que se mantêm sinceros e fiéis à Palavra de Cristo em toda a sua totalidade. Como diz o apóstolo Paulo em II Corintios 11:3: “ Mas receio que assim como a serpente enganou a Eva, com a sua astúcia, assim também sejam corrompidas as vossas mentes e se apartem da simplicidade e pureza devidas a Cristo.”

O que significa então guardar a fé de forma concisa e essencial?

Esforçar-se a cada dia para ser um verdadeiro cristão, fazer justiça ao nome pelo qual somos conhecidos.

Confiar na mensagem do Evangelho, sem adições e corrupções, a despeito de pregações e pregadores.

Defender a fé contra os assédios da heresia. Propagar a fé aos perdidos. Ensinar a fé em toda a sua pureza aos novos convertidos. Ser modelo de fidelidade e tenacidade em busca da soberana vocação.

Nunca desistir diante dos obstáculos, perseguições humanas. Confiar em Jesus olhando sempre para Ele e buscando n’Ele a sua ajuda.

O apóstolo Paulo, faz uma avaliação sincera de sua vida cristã, observada à luz do Evangelho, As vitórias que alcançou, não obstante as muitas lutas que enfrentou. Em todas foi vencedor, pois não perdera a fé.

Quantos de nós, como Paulo, podemos no final de nossa avaliação, se tivermos coragem de enfrentar a nós mesmos, fazermos de suas palavras as nossas?

Temos guardado a fé em Cristo? Ou as lutas há muito já nos afastaram Dele e nos reduziram em cristãos nominais?

Paulo tinha certeza de que sua fidelidade a Deus seria recompensada com a vida eterna e os galardões só experimentados nela.

Creia meu irmão, que só essa certeza inabalável de Paulo, vivida também em nossas vidas, poderá nos levar a desfrutar de uma vida abundante de vitórias já aqui na terra dos viventes e também na vida porvir, na gloriosa e amorosa companhia de Jesus.

Você está disposto?  Creia somente. E seja fiel até a morte.

Pr Francisco Nascimento

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