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GRAÇAS A DEUS, PELAS OPORTUNIDADES


                                          GRAÇAS A DEUS, PELAS OPORTUNIDADES

“Jesus continuou: “Um homem tinha dois filhos. O mais novo disse ao seu pai: ‘Pai, quero a minha parte da herança’. Assim, ele repartiu sua propriedade entre eles. “Não muito tempo depois, o filho mais novo reuniu tudo o que tinha e foi para uma região distante; e lá desperdiçou os seus bens vivendo irresponsavelmente. Depois de ter gasto tudo, houve uma grande fome em toda aquela região, e ele começou a passar necessidade.  Por isso foi empregar-se com um dos cidadãos daquela região, que o mandou para o seu campo a fim de cuidar de porcos. Ele desejava encher o estômago com as vagens de alfarrobeira que os porcos comiam, mas ninguém lhe dava nada.  “Caindo em si, ele disse: ‘Quantos empregados de meu pai têm comida de sobra, e eu aqui, morrendo de fome! Eu me porei a caminho e voltarei para meu pai e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e contra ti. Não sou mais digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus empregados’. A seguir, levantou-se e foi para seu pai. “Estando ainda longe, seu pai o viu e, cheio de compaixão, correu para seu filho, e o abraçou e beijou. “O filho lhe disse: ‘Pai, pequei contra o céu e contra ti. Não sou mais digno de ser chamado teu filho’. “Mas o pai disse aos seus servos: ‘Depressa! Tragam a melhor roupa e vistam nele. Coloquem um anel em seu dedo e calçados em seus pés.Tragam o novilho gordo e matem-no. Vamos fazer uma festa e alegrar-nos. Pois este meu filho estava morto e voltou à vida; estava perdido e foi achado’. E começaram a festejar o seu regresso.” Lucas 15:11-24

 

Quando observamos o tempo e como ele transcorre, não podemos deixar de admitir a grande sabedoria e o grande amor de Deus para conosco e para com o Universo.

A separação das estações em primavera, verão, outono e inverno, cada uma com suas especificações e objetivos distintos, mostram um tempo determinado para tudo debaixo dos céus, como nos diz o livro de Eclesiastes.

Nossa própria vida em seu desenvolver em infância, adolescência, juventude, vida adulta (maturidade) e até a velhice, nos apontam para os momentos de oportunidades, esperança, renovar de propósitos dos quais podemos tomar mão durante nosso viver.

Fico pensando como seria, caso o tempo fosse datadamente contínuo e interminável. Os dias e anos infindáveis, as estações únicas sem fim, a vida fosse composta de apenas um ciclo…como poderíamos visualizar esperanças de renovo?

Como ficaria o dia mau, sem fim?

O ano ruim, desastroso e improdutivo, sem que chegasse a seu fim?

O inverno rigoroso sem a perspectiva de um verão ou vice-versa?

A primavera deslumbrante e infinita, mas que me roubaria a oportunidade de saborear os gostosos frutos do outono ou vice-versa?

A eterna infância ou juventude que me privariam do amadurecimento interior tão necessário à uma existência sólida e que dê frutos?

Deus delimitou todas essas coisas para nos proporcionar os sentimentos de esperança, do recomeço, do agora vai dar certo, do fazer de novo, do renovar da fé.

Estamos quase no final de uma etapa cíclica, que é o ano de 2016.

Creio ser um tempo oportuno, oferecido por Deus, para mais uma vez, mensurarmos aquilo que deve ser continuado; aquilo que devemos cessar por não ter dado certo; renovarmos as forças para recomeços, fincar confiança em dias melhores para nós e nossos amados, se for preciso voltar atrás e firmar novo recomeço.

Em relação ao texto lido, quero destacar apenas três aspectos para nossa meditação, que se ligam as ideias já compartilhadas das oportunidades a nós oferecidas por Deus, no transcorrer de nossa vida.

1 – Como gastamos, ou temos gastado as riquezas com as quais Deus nos agraciou, neste ano.

A parábola lida, fala do filho que tinha a riqueza de seu Pai a sua disposição e optou por gastá-la longe dEle, de maneira irresponsável, seguindo sua própria intenção naquele momento.

Talvez, sua mente fale agora que você se encontra miseravelmente falido (a).

Quero então rememorar algumas coisas que aconteceram nesse ano e que talvez digam ao contrário do que você imagina.

Tenho certeza de que houve sobre você uma enxurrada de orientações espirituais que você creditou como riquezas: as palavras de esperança que recebeu, riqueza de saúde, mesmo sendo afligida nesta área, mas venceu e se ainda não foi assim, sua vitória já está decretada, espere…riqueza da família, do salário , da provisão, muito ou pouco, mas que sustentaram-te até aqui, a riqueza das amizades construídas ou reafirmadas, os filhos nascidos, os relacionamentos restaurados ou que ainda são mantidos pela misericórdia, a riqueza do amor de Deus chegada a nós por alguém que nos compreendeu, que nos advertiu para que fôssemos melhores, as alegrias que acalentaram nosso coração, as vitórias que alcançamos… É impossível não termos vistos a grandeza da riqueza que Deus derramou sobre nós em 2016. E caso, você não reconheça nenhuma dessas coisas, mesmo assim, anima-te! 2017 está às portas.

Agora, como gastamos essas riquezas?

  • Longe ou perto de Deus;;
  • Com sabedoria ou insensatez.
  • Crendo ou reclamando muito.
  • Com domínio próprio ou desequilíbrio das emoções.
  • Observando os princípios aprendidos ou esquecendo-os, desobedecendo e fazendo conforme minha própria vontade.
  • Fortalecendo-se com irmãos sábios, ou associando-me aos descrentes que só agravaram a situação de vazio e sequidão.
  • Congregando ou isolado, mergulhado em minha própria tristeza.

Por não está na presença de seu Pai e seguir seus próprios propósitos, aquele filho perdeu tudo, chegando à sarjeta.

Quando estamos assim, desprovidos da fé, da esperança, da força, oprimidos por Satanás, no fundo do poço, como se diz popularmente, ainda há saída, não é o fim.

2- O que podemos fazer par mudar a situação.

Aquele filho, parou e refletiu sobre sua situação e com base nessa reflexão tomou a decisão de voltar para casa de seu Pai. E não só isso, ele:

  • Humilhou-se;
  • Abdicou de supostos direitos;
  • Deixou-se inteiramente à mercê das vontades do Pai;
  • Não acusou ninguém por seu fracasso, assumiu a culpa de seus pecados, arrependeu-se e voltou.

Que essas atitudes do filho, possam também ser nossas atitudes, caso precisemos.

3 – As atitudes do Pai, na volta do filho

  • O pai em nenhum momento a censura por seus atos;
  • O recebe com amor, pois era o maior interessado em que voltasse;
  • Demonstra sua extremada alegria e compartilha de sua alegria com o filho.
  • Aceita seu arrependimento e restitui-lhe as riquezas.

Sempre há tempo para olharmos para os montes, para renovar nossas esperanças em um novo amanhecer e crer que o melhor de Deus já está nascendo sobre nós. Crer novamente no amor e nas promessas que são para os filhos de Deus.

Pensemos então nos consertos que precisamos fazer, nas decisões centradas que devemos ter coragem de tomar, no arrependimento que só nós mesmos podemos admitir.

Em 2017 possamos nos achegar mais próximos de nosso Deus e de sua vontade. Renovemos nossa aliança e nos enchamos da esperança de que com Ele, somos mais que vencedores.

                                                                                                                                      Missionária Helena Paladino

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